Você trabalha com crédito consignado e ainda não sabe se sua promotora está pronta para uma auditoria de corban da Ernst & Young? Então este conteúdo é para você.
Atualmente, o cenário do crédito consignado no Brasil exige cada vez mais responsabilidade, ética e transparência. Por isso, para garantir esses pilares, a Febraban criou o modelo de Autorregulação Bancária, que define uma série de diretrizes para que as promotoras operem com qualidade.
De fato, as auditorias da EY são exigência direta da Febraban e avaliam com profundidade todos os aspectos da operação de um correspondente bancário. Consequentemente, um erro simples pode significar suspensão de contratos, bloqueio de comissões, exclusão da base dos bancos — e, em alguns casos, o encerramento definitivo das operações da promotora.
Neste artigo, você vai conhecer os 5 principais erros que fazem corbans falharem nessas auditorias. Mais do que isso: você vai entender como evitá-los com estrutura, organização e apoio técnico.
Ao final, convidamos você a fazer um diagnóstico gratuito que mostra, de forma prática, quais áreas da sua promotora merecem atenção. É uma avaliação rápida, baseada nos critérios reais da EY, que entrega um plano de ação com base no seu nível de risco.
🚀 Se você quer manter sua promotora segura, eficiente e dentro dos padrões — e garantir sua continuidade no mercado — continue a leitura.
O que é a auditoria de corban?
Basicamente, a auditoria de corban é um processo formal conduzido por empresas de auditoria independentes para avaliar se uma promotora de crédito consignado está operando conforme os padrões exigidos pelos bancos.
Essas auditorias seguem um modelo estruturado e criterioso, dividido em duas versões: uma completa, com cerca de 140 perguntas, e uma versão simplificada, com aproximadamente 130. Assim, ambas avaliam, de forma abrangente, a maturidade da operação em áreas como governança, controle interno, segurança da informação, formalização de contratos, políticas antifraude, entre outros pontos fundamentais.
Como funciona a auditoria de corban na prática?
Na prática, é como um check-up detalhado que analisa toda a saúde da operação de uma promotora: desde a formalização dos contratos até a segurança dos dados, passando, inclusive, por processos internos e políticas de prevenção a fraudes.
Portanto, o objetivo é diagnosticar pontos fortes, vulnerabilidades e indicar ações corretivas que garantam o alinhamento com os critérios dos bancos e da Febraban.
Além disso, elas acontecem periodicamente, normalmente uma vez ao ano, com agendamento prévio e envolvimento direto dos bancos parceiros. Dessa forma, o resultado da auditoria define se a promotora poderá continuar operando com determinadas instituições financeiras. Em caso de não conformidade, os prejuízos podem ser altos: bloqueio de repasses, suspensão de contratos, exclusão da base de corbans e, claro, impacto direto na reputação do negócio.
Você passaria numa auditoria de corban da Ernst & Young hoje?
No mercado de crédito consignado, estar em conformidade não é apenas um diferencial — é uma questão de sobrevivência. Isso fica ainda mais evidente quando falamos da auditoria de corban conduzida pela Ernst & Young, uma das maiores empresas de auditoria do mundo. O que muitos não sabem é que essas auditorias são contratadas pela própria Febraban, entidade que representa os maiores bancos do país. O objetivo? Garantir que os correspondentes bancários (corbans) estejam atuando dentro das normas, com segurança, ética e qualidade.
Essas auditorias de corban, por sua vez, seguem um padrão rigoroso. As consequências de uma reprovação, portanto, são sérias: suspensão de contratos, bloqueio de comissões, exclusão da base de correspondentes e danos à reputação. Infelizmente, o pior é que os erros mais comuns são, quase sempre, evitáveis.
A especialista Rayanne de Souza, CEO da Qualir Consulting, profissional com ampla experiência em gestão da qualidade, processos e adequação para auditorias Febraban, compartilhou os principais erros cometidos por corbans durante auditorias da Ernst & Young.
Ademais, mostramos, de forma clara, como cada um deles pode ser prevenido com estrutura, cultura organizacional e apoio técnico adequado. Rayanne afirma: “qualidade é consistência transformada em confiança”, reforçando que somente operações estruturadas conseguem sustentar crescimento sem riscos.
📌 Erro 1: Falta de Padronização no Atendimento ao Cliente
Primeiramente, um dos pontos mais sensíveis das auditorias é o atendimento ao cliente — e esse também é um dos itens que mais reprovam corbans, segundo a especialista Rayanne de Souza.
A falta de padronização faz com que cada colaborador atenda de um jeito, gere informações diferentes e execute etapas sem critério. Dentre os problemas mais comuns identificados nas auditorias, destacam-se:
Informações incorretas sobre taxas, prazos ou condições de crédito;
Ausência de registro das interações com o cliente;
Falta de acompanhamento pós-venda;
Linguagem inadequada ou pouco profissional;
Ausência de roteiro de atendimento, criando improvisos e variações perigosas.
Com isso, essas falhas impactam diretamente a reputação do correspondente e podem configurar descumprimento das políticas da instituição financeira. Além disso, aumentam reclamações, retrabalho e risco jurídico.
Ferramentas e sistemas organizados ajudam a registrar interações, manter histórico do cliente, padronizar fluxos e estruturar rotinas essenciais para o atendimento. Por exemplo, recursos como armazenamento centralizado de arquivos, controle de acessos, disponibilização de roteiros por privilégio e dashboards operacionais permitem que a equipe trabalhe de forma consistente, reduzindo variações e erros que costumam ser apontados em auditorias — sempre como suporte natural ao dia a dia da operação.
🕵️ Erro 2: Falhas nos Controles Internos e na Rastreabilidade das Ações
Outro ponto crítico identificado nas auditorias — e amplamente reforçado pela Rayanne — é a fragilidade dos controles internos. Esse item aparece repetidamente nas reprovações por comprometer diretamente a governança da operação.
Entre os principais problemas estão:
Ausência de rastreabilidade sobre ações realizadas no sistema;
Falta de identificação clara de quem alterou, cancelou ou aprovou propostas;
Acessos sem critérios, permitindo que colaboradores vejam ou editem informações indevidas;
Processos que não possuem histórico de auditoria;
Falha na segregação de funções, aumentando risco operacional e de fraude.
Entretanto, quando o auditor pergunta “quem fez isso, quando e por quê?”, muitos corbans simplesmente não conseguem responder — e é exatamente aqui que ocorre grande parte das não conformidades.
Assim, ferramentas e sistemas com trilhas completas de auditoria, controle preciso de acessos e histórico detalhado de ações ajudam a fortalecer a governança e eliminar esse tipo de risco de forma natural no dia a dia.
📂 Erro 3: Fragilidades na Segurança e Uso da Tecnologia
Devido à digitalização acelerada do setor, fragilidades na área de tecnologia da informação se tornaram um dos motivos mais frequentes de não conformidade — ponto esse que a especialista Rayanne reforça com bastante clareza.
Infelizmente, é comum encontrar operações que ainda utilizam ferramentas inadequadas, como planilhas locais, senhas compartilhadas ou sistemas sem controle de acesso. Certamente, esses cenários elevam tanto o risco operacional quanto o risco de segurança da informação.
Entre os problemas mais recorrentes estão:
Ausência de backup dos dados, deixando informações críticas vulneráveis;
Falta de antivírus atualizado e proteção mínima contra ataques;
Acesso indevido a informações sigilosas por falta de níveis de permissão;
Uso de e-mails e dispositivos pessoais para tratar dados sensíveis de clientes;
Ambientes sem criptografia, aumentando risco de vazamento de dados.
Essas práticas são avaliadas com rigor durante auditorias, pois representam risco direto à LGPD e às políticas da Febraban. Além disso, refletem imaturidade tecnológica e falta de responsabilidade no tratamento de dados.
Nesse sentido, ferramentas e sistemas que oferecem controle de acesso por perfil, backup automático, armazenamento seguro, níveis de permissão e logs completos reduzem drasticamente esses riscos e ajudam a demonstrar maturidade tecnológica de forma natural — exatamente o que as auditorias esperam encontrar.
📋 Erro 4: Falta de Treinamento e Atualização da Equipe
Em muitos casos, os erros operacionais surgem simplesmente porque a equipe não foi devidamente capacitada. Contudo, treinamentos costumam ser tratados como ações pontuais — e não como parte estruturada da rotina da empresa.
Entre os principais problemas observados pelas auditorias estão:
Colaboradores sem conhecimento atualizado das normas bancárias e da Autorregulação;
Falta de registro formal dos treinamentos realizados, dificultando comprovação;
Ausência de processos de integração e reciclagem para novos colaboradores;
Desalinhamento entre a prática operacional e as exigências dos bancos.
Por conseguinte, quando a equipe não domina fluxos, políticas e procedimentos, aumentam o retrabalho, os erros simples e o risco de não conformidade. Treinamentos internos que centralizam POPs, documentos, fluxos operacionais e roteiros ajudam a manter o time alinhado, garantindo consistência nas entregas.
📊 Erro 5: Falhas no Tratamento e Proteção de Dados (LGPD)
Atualmente, com a LGPD em vigor, o tratamento inadequado de dados pessoais é uma das falhas mais graves identificadas nas auditorias — e aparece com destaque no diagnóstico elaborado pela Rayanne.
Embora correspondentes lidem diariamente com documentos extremamente sensíveis, como RG, CPF, extratos bancários e comprovantes, muitas promotoras ainda adotam práticas arriscadas, como:
Envio de documentos por e-mail sem qualquer proteção;
Compartilhamento de informações via aplicativos de mensagens, sem controle;
Falta de controle sobre quem acessa dados confidenciais;
Ausência de consentimento formal do titular;
Armazenamento inadequado em pastas locais ou dispositivos pessoais.
Sem dúvida, essas práticas expõem a empresa a riscos legais, judiciais e reputacionais — e podem levar à reprovação imediata em uma auditoria EY.
Portanto, para evitar isso, é fundamental contar com políticas claras de privacidade, ambientes seguros para armazenamento, níveis de permissão bem definidos e trilhas de acesso.
Ferramentas que estruturam esses controles ajudam a demonstrar maturidade no tratamento de dados, algo essencial para qualquer promotora que deseja operar dentro das exigências da Febraban. Caso contrário, a operação perde previsibilidade e aumenta o risco de questionamentos por parte das auditorias.
Faça agora seu Diagnóstico Operacional
Agora, você saberia dizer, com segurança, se sua promotora passaria por uma auditoria da Ernst & Young hoje?
Por isso, para ajudar você a descobrir isso de forma prática, desenvolvemos um diagnóstico gratuito e interativo. Ele foi criado com base nos principais critérios usados nas auditorias de corban e vai ajudar a mapear os pontos fortes e as áreas de risco da sua operação.
✅ O que você ganha ao finalizar o diagnóstico:
Seu nível de risco atual, classificado como Crítico, Intermediário ou Avançado;
Um mapeamento dos pontos mais frágeis da sua operação;
Um plano de ação personalizado, com soluções práticas e indicativos claros de como melhorar.
Além disso, ao final do processo, você terá uma visão estratégica sobre como alinhar sua operação aos padrões exigidos pelas auditorias. Assim, você evita surpresas e fortalece a reputação da sua promotora no mercado de crédito.
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Caso ao longo do texto você tenha identificado que sua promotora enfrenta alguns desses problemas, ainda dá tempo de se preparar para a auditoria do próximo ano. A orientação certa economiza tempo, reduz retrabalho e evita prejuízos.
A Qualir Consulting, liderada por Rayanne de Souza, oferece:
Auditoria interna completa;
Mapeamento e padronização de processos;
Criação de POPs e políticas exigidas pela Febraban;
Preparação para auditoria EY;
Governança operacional e melhoria contínua.
📩 Fale com a especialista: @qualir.consult (Instagram)
Conclusão: Auditoria de corban não é um evento — é um processo
Em suma, passar na auditoria de corban da Ernst & Young não depende de sorte. Depende de organização, processos bem definidos, equipe preparada e uma operação que prioriza qualidade e segurança todos os dias.
A boa notícia, contudo, é que isso é totalmente possível — e começa com diagnóstico, tecnologia certa e orientação especializada.
🚀 Se você quer preparar sua promotora para um padrão de excelência, o momento é agora.
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