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Os 5 Maiores Erros na Auditoria de Corban — E Como Evitar Prejuízos com Sistema e Consultoria

  • Última atualização: 27 de novembro de 2025

Você trabalha com crédito consignado e ainda não sabe se sua promotora está pronta para uma auditoria de corban da Ernst & Young? Então este conteúdo é para você.

Atualmente, o cenário do crédito consignado no Brasil exige cada vez mais responsabilidade, ética e transparência. Por isso, para garantir esses pilares, a Febraban criou o modelo de Autorregulação Bancária, que define uma série de diretrizes para que as promotoras operem com qualidade.

De fato, as auditorias da EY são exigência direta da Febraban e avaliam com profundidade todos os aspectos da operação de um correspondente bancário. Consequentemente, um erro simples pode significar suspensão de contratos, bloqueio de comissões, exclusão da base dos bancos — e, em alguns casos, o encerramento definitivo das operações da promotora.

Neste artigo, você vai conhecer os 5 principais erros que fazem corbans falharem nessas auditorias. Mais do que isso: você vai entender como evitá-los com estrutura, organização e apoio técnico.

Ao final, convidamos você a fazer um diagnóstico gratuito que mostra, de forma prática, quais áreas da sua promotora merecem atenção. É uma avaliação rápida, baseada nos critérios reais da EY, que entrega um plano de ação com base no seu nível de risco.

🚀 Se você quer manter sua promotora segura, eficiente e dentro dos padrões — e garantir sua continuidade no mercado — continue a leitura.

Sua operação pode estar em risco e você nem sabe.

O que é a auditoria de corban?

Basicamente, a auditoria de corban é um processo formal conduzido por empresas de auditoria independentes para avaliar se uma promotora de crédito consignado está operando conforme os padrões exigidos pelos bancos.

Essas auditorias seguem um modelo estruturado e criterioso, dividido em duas versões: uma completa, com cerca de 140 perguntas, e uma versão simplificada, com aproximadamente 130. Assim, ambas avaliam, de forma abrangente, a maturidade da operação em áreas como governança, controle interno, segurança da informação, formalização de contratos, políticas antifraude, entre outros pontos fundamentais.

Como funciona a auditoria de corban na prática?

Imagem da fachada de prédio com a logo da Ernst & YoungNa prática, é como um check-up detalhado que analisa toda a saúde da operação de uma promotora: desde a formalização dos contratos até a segurança dos dados, passando, inclusive, por processos internos e políticas de prevenção a fraudes.

Portanto, o objetivo é diagnosticar pontos fortes, vulnerabilidades e indicar ações corretivas que garantam o alinhamento com os critérios dos bancos e da Febraban.

Além disso, elas acontecem periodicamente, normalmente uma vez ao ano, com agendamento prévio e envolvimento direto dos bancos parceiros. Dessa forma, o resultado da auditoria define se a promotora poderá continuar operando com determinadas instituições financeiras. Em caso de não conformidade, os prejuízos podem ser altos: bloqueio de repasses, suspensão de contratos, exclusão da base de corbans e, claro, impacto direto na reputação do negócio.

Você passaria numa auditoria de corban da Ernst & Young hoje?

No mercado de crédito consignado, estar em conformidade não é apenas um diferencial — é uma questão de sobrevivência. Isso fica ainda mais evidente quando falamos da auditoria de corban conduzida pela Ernst & Young, uma das maiores empresas de auditoria do mundo. O que muitos não sabem é que essas auditorias são contratadas pela própria Febraban, entidade que representa os maiores bancos do país. O objetivo? Garantir que os correspondentes bancários (corbans) estejam atuando dentro das normas, com segurança, ética e qualidade.

Essas auditorias de corban, por sua vez, seguem um padrão rigoroso. As consequências de uma reprovação, portanto, são sérias: suspensão de contratos, bloqueio de comissões, exclusão da base de correspondentes e danos à reputação. Infelizmente, o pior é que os erros mais comuns são, quase sempre, evitáveis.

Rayanne de Souza, CEO da Qualir ConsultingA especialista Rayanne de Souza, CEO da Qualir Consulting, profissional com ampla experiência em gestão da qualidade, processos e adequação para auditorias Febraban, compartilhou os principais erros cometidos por corbans durante auditorias da Ernst & Young.

Ademais, mostramos, de forma clara, como cada um deles pode ser prevenido com estrutura, cultura organizacional e apoio técnico adequado. Rayanne afirma: “qualidade é consistência transformada em confiança”, reforçando que somente operações estruturadas conseguem sustentar crescimento sem riscos.

📌 Erro 1: Falta de Padronização no Atendimento ao Cliente

Primeiramente, um dos pontos mais sensíveis das auditorias é o atendimento ao cliente — e esse também é um dos itens que mais reprovam corbans, segundo a especialista Rayanne de Souza.

A falta de padronização faz com que cada colaborador atenda de um jeito, gere informações diferentes e execute etapas sem critério. Dentre os problemas mais comuns identificados nas auditorias, destacam-se:

  • Informações incorretas sobre taxas, prazos ou condições de crédito;

  • Ausência de registro das interações com o cliente;

  • Falta de acompanhamento pós-venda;

  • Linguagem inadequada ou pouco profissional;

  • Ausência de roteiro de atendimento, criando improvisos e variações perigosas.

Com isso, essas falhas impactam diretamente a reputação do correspondente e podem configurar descumprimento das políticas da instituição financeira. Além disso, aumentam reclamações, retrabalho e risco jurídico.

Ferramentas e sistemas organizados ajudam a registrar interações, manter histórico do cliente, padronizar fluxos e estruturar rotinas essenciais para o atendimento. Por exemplo, recursos como armazenamento centralizado de arquivos, controle de acessos, disponibilização de roteiros por privilégio e dashboards operacionais permitem que a equipe trabalhe de forma consistente, reduzindo variações e erros que costumam ser apontados em auditorias — sempre como suporte natural ao dia a dia da operação.

🕵️ Erro 2: Falhas nos Controles Internos e na Rastreabilidade das Ações

Outro ponto crítico identificado nas auditorias — e amplamente reforçado pela Rayanne — é a fragilidade dos controles internos. Esse item aparece repetidamente nas reprovações por comprometer diretamente a governança da operação.

Entre os principais problemas estão:

  • Ausência de rastreabilidade sobre ações realizadas no sistema;

  • Falta de identificação clara de quem alterou, cancelou ou aprovou propostas;

  • Acessos sem critérios, permitindo que colaboradores vejam ou editem informações indevidas;

  • Processos que não possuem histórico de auditoria;

  • Falha na segregação de funções, aumentando risco operacional e de fraude.

Entretanto, quando o auditor pergunta “quem fez isso, quando e por quê?”, muitos corbans simplesmente não conseguem responder — e é exatamente aqui que ocorre grande parte das não conformidades.

Assim, ferramentas e sistemas com trilhas completas de auditoria, controle preciso de acessos e histórico detalhado de ações ajudam a fortalecer a governança e eliminar esse tipo de risco de forma natural no dia a dia.

📂 Erro 3: Fragilidades na Segurança e Uso da Tecnologia

Devido à digitalização acelerada do setor, fragilidades na área de tecnologia da informação se tornaram um dos motivos mais frequentes de não conformidade — ponto esse que a especialista Rayanne reforça com bastante clareza.

Infelizmente, é comum encontrar operações que ainda utilizam ferramentas inadequadas, como planilhas locais, senhas compartilhadas ou sistemas sem controle de acesso. Certamente, esses cenários elevam tanto o risco operacional quanto o risco de segurança da informação.

Entre os problemas mais recorrentes estão:

  • Ausência de backup dos dados, deixando informações críticas vulneráveis;

  • Falta de antivírus atualizado e proteção mínima contra ataques;

  • Acesso indevido a informações sigilosas por falta de níveis de permissão;

  • Uso de e-mails e dispositivos pessoais para tratar dados sensíveis de clientes;

  • Ambientes sem criptografia, aumentando risco de vazamento de dados.

Essas práticas são avaliadas com rigor durante auditorias, pois representam risco direto à LGPD e às políticas da Febraban. Além disso, refletem imaturidade tecnológica e falta de responsabilidade no tratamento de dados.

Nesse sentido, ferramentas e sistemas que oferecem controle de acesso por perfil, backup automático, armazenamento seguro, níveis de permissão e logs completos reduzem drasticamente esses riscos e ajudam a demonstrar maturidade tecnológica de forma natural — exatamente o que as auditorias esperam encontrar.

Imagem de pessoas em reunião comentando sobre dados

📋 Erro 4: Falta de Treinamento e Atualização da Equipe

Em muitos casos, os erros operacionais surgem simplesmente porque a equipe não foi devidamente capacitada. Contudo, treinamentos costumam ser tratados como ações pontuais — e não como parte estruturada da rotina da empresa.

Entre os principais problemas observados pelas auditorias estão:

  • Colaboradores sem conhecimento atualizado das normas bancárias e da Autorregulação;

  • Falta de registro formal dos treinamentos realizados, dificultando comprovação;

  • Ausência de processos de integração e reciclagem para novos colaboradores;

  • Desalinhamento entre a prática operacional e as exigências dos bancos.

Por conseguinte, quando a equipe não domina fluxos, políticas e procedimentos, aumentam o retrabalho, os erros simples e o risco de não conformidade. Treinamentos internos que centralizam POPs, documentos, fluxos operacionais e roteiros ajudam a manter o time alinhado, garantindo consistência nas entregas.

📊 Erro 5: Falhas no Tratamento e Proteção de Dados (LGPD)

Atualmente, com a LGPD em vigor, o tratamento inadequado de dados pessoais é uma das falhas mais graves identificadas nas auditorias — e aparece com destaque no diagnóstico elaborado pela Rayanne.

Embora correspondentes lidem diariamente com documentos extremamente sensíveis, como RG, CPF, extratos bancários e comprovantes, muitas promotoras ainda adotam práticas arriscadas, como:

  • Envio de documentos por e-mail sem qualquer proteção;

  • Compartilhamento de informações via aplicativos de mensagens, sem controle;

  • Falta de controle sobre quem acessa dados confidenciais;

  • Ausência de consentimento formal do titular;

  • Armazenamento inadequado em pastas locais ou dispositivos pessoais.

Sem dúvida, essas práticas expõem a empresa a riscos legais, judiciais e reputacionais — e podem levar à reprovação imediata em uma auditoria EY.

Portanto, para evitar isso, é fundamental contar com políticas claras de privacidade, ambientes seguros para armazenamento, níveis de permissão bem definidos e trilhas de acesso.

Ferramentas que estruturam esses controles ajudam a demonstrar maturidade no tratamento de dados, algo essencial para qualquer promotora que deseja operar dentro das exigências da Febraban. Caso contrário, a operação perde previsibilidade e aumenta o risco de questionamentos por parte das auditorias.

Faça agora seu Diagnóstico Operacional

Agora, você saberia dizer, com segurança, se sua promotora passaria por uma auditoria da Ernst & Young hoje?

Por isso, para ajudar você a descobrir isso de forma prática, desenvolvemos um diagnóstico gratuito e interativo. Ele foi criado com base nos principais critérios usados nas auditorias de corban e vai ajudar a mapear os pontos fortes e as áreas de risco da sua operação.

✅ O que você ganha ao finalizar o diagnóstico:

  • Seu nível de risco atual, classificado como Crítico, Intermediário ou Avançado;

  • Um mapeamento dos pontos mais frágeis da sua operação;

  • Um plano de ação personalizado, com soluções práticas e indicativos claros de como melhorar.

Além disso, ao final do processo, você terá uma visão estratégica sobre como alinhar sua operação aos padrões exigidos pelas auditorias. Assim, você evita surpresas e fortalece a reputação da sua promotora no mercado de crédito.

🚀 Não deixe para depois. Faça o diagnóstico agora e comece sua transformação.

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Avalie o nível de preparação da sua operação para auditorias da Ernst & Young contratadas pela Febraban. Responda 30 perguntas e receba um diagnóstico completo.

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Caso ao longo do texto você tenha identificado que sua promotora enfrenta alguns desses problemas, ainda dá tempo de se preparar para a auditoria do próximo ano. A orientação certa economiza tempo, reduz retrabalho e evita prejuízos.

A Qualir Consulting, liderada por Rayanne de Souza, oferece:

  • Auditoria interna completa;

  • Mapeamento e padronização de processos;

  • Criação de POPs e políticas exigidas pela Febraban;

  • Preparação para auditoria EY;

  • Governança operacional e melhoria contínua.

📩 Fale com a especialista: @qualir.consult (Instagram)

Conclusão: Auditoria de corban não é um evento — é um processo

Em suma, passar na auditoria de corban da Ernst & Young não depende de sorte. Depende de organização, processos bem definidos, equipe preparada e uma operação que prioriza qualidade e segurança todos os dias.

A boa notícia, contudo, é que isso é totalmente possível — e começa com diagnóstico, tecnologia certa e orientação especializada.

🚀 Se você quer preparar sua promotora para um padrão de excelência, o momento é agora.

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